Congelamento de Embriões

Aproximadamente metade dos casos de fertilização In Vitro evolui com mais embriões do que aqueles que serão transferidos para o útero materno. Isso ocorre porque existe um limite no número de embriões que podem ser transferidos, a fim de se evitar gestações múltiplas. Os embriões não transferidos podem ser congelados e, caso a tentativa de FIV seja um sucesso, podem vir a ser descongelados para se tentar um segundo filho. Ou então, caso a tentativa não tenha resultado na gestação desejada, os embriões podem ser transferidos no mês seguinte.

A transferência de embriões congelados é um procedimento bem mais simples do que a FIV. Consiste na administração de hormônios por via oral ou tópica (estrogênio e progesterona) ou até mesmo com ciclo natural com monitorização do crescimento do endométrio.

Se o casal já estiver satisfeito com o número de filhos existem três opções: a manutenção dos embriões para utilização futura como células-tronco, a doação dos embriões de forma anônima para um casal que não tenham gametas de qualidade para a geração de um filho ou o descarte dos embriões após 5 anos de congelamento.